esta ausência em mim, que não consigo explicar, diria Freud ser falta de sexo; diria o sexo, ser falta de Freud: estas compensações recíprocas, dicotomias que não se podem viver uma longe da outra; esta dualidade toda faz-me sentir uma verdadeira negação, como indivíduo que não conseguisse, por mais que o queira, encontrar sua parte antagônica...acho que, se tudo nesta vida está associado a um lado contrário, a uma anti matéria, a um reverso do verso falho, também eu, em minha unicidade simulada, poderia ser digno de um avesso.
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...encontrava-se perdido, sem saber que de fato amava ou mesmo o que amava, de fato: a vítima da cirscunstância de sua própria tempestade em colheita, deste vento que se houvera sempre semeado.